Armona - Algarve - Apresentação da Casa Sonho Meu (My Dream House)

Antes da apresentação genérica, uma notícia recente:


https://www.iol.pt/camping/ilha-da-armona/imprensa-espanhola-destaca-camping-portugues-em-ilha-paradisiaca-dos-mais-originais-do-mundo/20240826/66cc8a69d34ea1acf26dad02










Hallo!
We would like to present you our house, in Armona, Algarve. 
But, before, we must show you what it is Armona, what it is Algarve.




Esta casa fica na ponta Sul da Ilha da Armona. 
A 200 metros do melhor restaurante e melhor esplanada da Ilha, a 600 metros da praia. 


This house is on the South tip of Armona Island. 
200 meters from the best restaurant and best esplanade on the island, 600 meters from the beach. 















































  Algumas recomendações


As praias.
É de experimentar tudo, trata-se de uma ilha, há praia por todos os lados. Mas aqui ficam algumas notas:

- Se o dia está quente, sem vento, siga para sul, para a frente de mar, e vire na passadeira para a esquerda no local dos wc's.  Aí tem um bar muito simpático, há balizas, redes de volei, zonas de aluguer de cadeirões e sombra. Nessa baía a água é transparente, maravilhosa. 
Se não se importa de muita gente, deixe-se estar aí. Se quiser maior sossego, continua a andar para a esquerda (leste) até encontrar a privacidade que quiser.

- Se por acaso gosta muito de andar na areia. São talvez uns 5 km até à Fuzeta... Uma horita a andar na areia. É a ponta da Armona que liga à ilha da Fuzeta. Na verdade não liga, a ria é muito estreita, mas não dá para ir a pé. Se quiser ir conhecer, tem aí barcos disponíveis para atravessar para terra firme.

- Se é um dia ventoso, ao chegar na passadeira aos wc's, siga em frente. Aí tem muitas dunas onde podem encontrar locais para assentar as toalhas com alguma proteção.

- As praias viradas para a Ria, onde o barco atraca, são diferentes. Não é mar, não tem ondas, e pode ter alguma, pouca, poluição, dos barcos de recreio que aí atracam. Por norma, as pessoas de Olhão preferem essas praias (ou têm preguiça de atravessar a ilha toda - ainda é 1 km... uns 15 minutos a pé).

- A frente de praias a Ocidente, que é o canal de entrada das embarcações de pesca para o Porto de Olhão, vê-se do outro lado a Ilha da Culatra, é interessante também. Tem menos espaço de areia, mas também são muito menos as pessoas que vão para aí. Na subida e descida da maré pode ter umas correntes  fortes, mas nada de alarmante. 

- Desse lado há muitos bivalves. É comum ver-se aí os mariscadores com o seu 'chalavar' a apanharem ameijoa, berbigão, cadelinhas e canivetes, entre outros. 

- Se gosta de cadelinhas, aponte a hora da maré vazia. Em qualquer lado da ilha, é só meter o pé na areia, remexer um pouco, e elas começam a aparecer. Uma delícia. Por norma, duas pessoas durante uma ou duas horas apanham cerca de um quilo. é um petisco maravilhoso.

- Cadelinha, como fazer?
Muito simples. Existem muitas receitas, mas esta sabemos que é mesmo boa:

Cadelinha
Coentros
Alhos, muitos
Sumo de limão
Cerveja

E mexer, mexer muito.
Há quem goste também com pimenta.

Não se esqueça de ter muito pão à mão! Aquele molho é uma coisa de chorar... 
Acompanha bem com cerveja, ou um bom vinho branco, ou verde: Um Muralhas ou um Alvarinho, bem fresquinho... que delícia!!!


- Conhecer a ilha é fácil, porque não é muito grande. Não dá para fazer a volta toda a pé porque na zona entre o cais e o outro cais da Fuzeta o solo é meio pantanoso. Esteja a maré cheia ou mesmo vazia, não é aconselhável circular por aí. Para além de que essa é a zona mais pura, em termos de natureza, e o ser humano aí só vai espantar as espécies que lá habitam. É de evitar.

De resto, na zona urbanizada há imensos trilhos. Và à descoberta. É giro ver tantas casinhas, tão diferentes. Quintais muito prendados, outros meio abandalhados. Há de tudo.

Para quem gosta de café, a nossa prática é a de variar:
Se de manhã bebemos no restaurante do Belga, ao almoço vai ser no café do papagaio (já não há papagaio há muitos anos, mas ficou o nome. É o café mesmo ao lado do parque infantil, onde está um dos maiores eucaliptos da ilha.

à noite vai-se à zona do cais, aí à muita variedade de oferta. Um dos 4 restaurantes, qualquer um deles tem esplanadas com vistas magníficas para o por do sol que acontece por trás do casario de Olhão. Dá umas fotos incríveis.

Um desses restaurantes do cais tem uma esplanada no segundo andar. Experimente, a vista é incrível.

Há o lado dos patos, que na maré cheia se torna grande, na maré vazia quase desaparece. 
Há a praia ocidental, junto ao parque de campismo, onde se apanha muito bivalve.

A zona menos frequentada é a da GNR, onde há uma instalação de colónias de férias para miúdos. Fica perto da torre de observação, que se vê de toda a ilha. 
Tem uma pequena mata. Nada de especial, mas vale a pena ir lá espreitar.


Durante uma semana, pelo menos, uma vez é habitual ir a Olhão.
É só apontar a hora do barco e estar no cais a horas. Não é caro. 1,90€ por pessoa. 
Olhão é uma cidade em permanente regeneração, a parte velha, com as suas ruelas estreitas, vale a pena.
Restaurantes, bons e muitos. Para comer bom peixe.
Esta praça de Olhão merece ser vista.
Será talvez a praça com maior variedade de peixe fresco, bivalbes e marisco de todo o País. 












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